Que a minha vontade, o meu anseio não fique largado ao acaso, ao propagandismo, mas esteja sempre a ser desembaraçado do narcisismo, da ignorância inerente e persistente, com seus caprichos afrescalhados. E o faço quando ergo minha cognição, minha percepção para além do meu subjetivismo — próprio ou inculcado, quando elaboro meu emocional com a realidade, fatos, evidências, fenômenos, isto é: com escuta, com um olhar atento a minha interdependência corporal, biosférica, ambiental; com uma devida reciprocidade com o outro, os seres diversos — animados e inanimados. Com saber e não assustadiço sob o domínio de uma reatividade imprudente, arrogante e sempre danosa — por dispêndio e consequência, por mais que exiba isso ostentando pomposo armamento — que apenas completa o círculo vicioso, doentio em que estou.
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May my will, my yearning, not be left to chance or propaganda, but always be freed from narcissism, from inherent and persistent ignorance, with its pretentious whims. And I do this when I raise my cognition, my perception beyond my subjectivism—whether my own or instilled—when I process my emotions with reality, facts, evidence, phenomena; that is, with listening, with an attentive gaze to my bodily, biospheric, and environmental interdependence; with due reciprocity with the other, with diverse beings—animate and inanimate. With knowledge and not fearful under the sway of an imprudent, arrogant, and always harmful reactivity—both in terms of expenditure and consequence, however much it may display this with pompous weaponry—which only completes the vicious, unhealthy circle in which I find myself.



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