O melhor desperta a consciência de protagonista. Estou consciente do meu protagonismo na minha vida ou escondo-me num argumento vitimista, depreciativo? Tento anular meu protagonismo com afirmações comparativas, julgando-me pequeno demais comparado a outros? Deixo que outros tentem anular-me, depreciando minha protagonização, tentando menosprezar minha ação no viver, apontando que não sou ninguém relevante? Permito isso não tendo consciência da singularidade humana...e da minha própria singularidade. Permito isso, se não me acolho conscientemente como um ser agente, quem sou, estou e posso ser. Permito isso se nego enxergar que minhas escolhas e conseguinte atitudes geram impactos, e raramente, só para mim, mas também para o derredor. Permito isso se deixo-me na ignorância quanto a minha responsabilidade existencial inerente e intransferível, por mais que haja quem pretenda uma pseudo usurpação dela e manipular-me, mas seja qual for minha escolha e atitude, até de indiferença quanto a isso, é uma escolha, sou protagonista, sou responsável e receberei suas devidas consequências. Não há "inocência".


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The best awakens the consciousness of protagonist. Am I aware of my leading role in my life or am I hiding in a victimizing, derogatory argument? Do I try to nullify my leading role with comparative statements, thinking myself too small compared to others? Do I let others try to nullify me, belittling my protagonism, trying to belittle my action in life, pointing out that I am nobody relevant?
I allow this by not being aware of the human uniqueness ... and of my own uniqueness. I allow this, if I do not consciously accept myself as an agent, who I am, I am and can be. I allow this to be denied that my choices and consequently attitudes generate impacts, and rarely, only for me, but also for the surroundings. I allow this to leave me in ignorance as to my inherent and non-transferable existential responsibility, however much one may claim a pseudo usurpation of it and manipulate me, but whatever my choice and attitude, even of indifference to it, is a Choice, I am the protagonist, I am responsible and I will receive its due consequences. There is no "innocence."

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