...meus anseios, que eles não sejam largados ao acaso, ...

 Que eu tenha consciência de quais são meus anseios, que eles não sejam largados ao acaso, a ignorância, a um puro subjetivismo e muito menos induzidos por algum titereio, pelo propagandismo, mas sim, resultado de aprendizagem que favoreça o repeito com o que é bom, isto é: saudável, é amplamente vital — não um mero capricho, um mero subjetivismo reativo, sem fundamentação devida. Um querer sintonizado com uma regência que me faz superar a inerente ignorância, o narcisismo — próprio ou de terceiro. Que prioriza, valoriza e discerne buscar o que é de fato uma precisão, uma riqueza por si mesma e não um produto de invencionice, uma mera ostentação inculcada como valor, como importante; uma vanglória. Que me tira da postura arrogante, passiva e tosca de recebedor, que enxerga os outros seres unicamente como devedores, e me coloque na postura de reciprocidade biosférica. 

 

 

imagem link: doe um  café (^^)!

 

May I be aware of my desires, may they not be left to chance, the ignorance of pure subjectivism, much less induced by some puppeteer, by propaganda, but rather the result of learning that fosters respect for what is good, that is: healthy, and broadly vital—not a mere whim, a mere reactive subjectivism, without proper foundation. A desire attuned to a regency that allows me to overcome inherent ignorance, narcissism—my own or that of others. That prioritizes, values, and discerns the pursuit of what is truly a precision, a richness in itself, and not a product of invention, a mere ostentation inculcated as a value, as important; a boast. That removes me from the arrogant, passive, and crude stance of receiver, which sees other beings solely as debtors, and places me in a stance of biospheric reciprocity.

 

 

 

 

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