...me assalta; sequestra meu emocional e me impede de agir com prudência...

 Qual a “tradição”, qual o viés, o comportamento, arraigado que me domina ou domina ao redor; aquele hábito obstinado, reativo, pseudo sobrevivencialista — pois se aliena e colabora com o agravamento do problema ao invés de fomentar mudanças — que me assalta; sequestra meu emocional e me impede de agir com prudência, com sabedoria, sob uma visão mais fundamentada e ampliada da questão, da situação anteposta e que exige, para ser efetivamente resolvido: uma consideração complexa e não mais descuidada ou produto de mero escape em ilusões/regalias, nas negações, na ignorância.

imagem link: doe um  café (^^)!

 

What is the “tradition,” what is the bias, the ingrained behavior that dominates me or those around me; that stubborn, reactive, pseudo-survivalist habit—because it alienates itself and contributes to the worsening of the problem instead of fostering change—that assails me; hijacks my emotions and prevents me from acting prudently, wisely, under a more grounded and broadened view of the issue, of the situation at hand, which requires, to be effectively resolved: a complex consideration and no longer a careless one or the product of mere escape into illusions/privileges, into denials, into ignorance.

 

 

 

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