Muito necessário é identificar o que é efetivo, vitalmente, não apenas subjetivamente, importante, mas também a que estou confiando o que é importante? Estou deixando, dando isso ao acaso; trocando isso por regalias; por promessas; por meras ostentações? Pior ainda: abrindo mão delas por intimidação? Jogando-as ao escárnio de entendimento tosco, infundado; a observação desrespeitosa, insipiente? Se quero realmente uma vida vitalizada e promissora não descuido nem delego isso a quaisquer. Não preferirei a largueza, a facilidade da ignorância — própria ou de terceiros — que inventa, fantasia, negligencia, nega, mas a estreiteza exigida da apuração.
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It is essential to identify what is truly—vitally, not merely subjectively—important, and also to consider to whom I am entrusting what matters. Am I leaving it to chance? Trading it for perks, promises, or mere displays of vanity? Worse yet: am I surrendering it out of intimidation? Exposing it to the mockery of crude, baseless understanding—to disrespectful, foolish scrutiny? If I truly desire a vital and promising life, I will not neglect this nor delegate it to just anyone. I will not choose the broad ease of ignorance—whether my own or that of others—which invents, fantasizes, neglects, and denies; instead, I will choose the exacting discipline of rigorous inquiry.



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