O quanto é efetivamente confiável — tem fundamentação para de fato consubstanciar uma probabilidade segura que me faz dar passos — aquilo em que estou afirmando apoiar minhas emoções, e nestas: os sentimentos, pensamentos, ideias? Ou só estou me confundindo, agarrando-me passivamente em algo que palia, nalgo que de fato não edifica condições internas e externas para concretamente estabelecer o que é futuroso. Numa fuga meramente confortante, fantasista que até me põe resistente — e sob esta condição comumente a reação é violenta contra — a ouvir verdades, evidências; alerta que incomodam clamando a mudanças necessárias e devidas.
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How reliable is what I claim to base my emotions on—and on these emotions: feelings, thoughts, ideas—actually? Or am I just confusing myself, passively clinging to something palliating, something that doesn't actually build the internal and external conditions to concretely establish what is future-oriented? I'm engaging in a merely comforting, fantastical escape that even makes me resistant—and under this condition, the reaction is usually violent—to hearing truths, evidence; warnings that are unsettling and demand necessary and owed changes.



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