Conhecimento, saber, será sempre inútil, anulado sem meu consentimento para mudança; de que esta orientação encontre em mim sua encarnação — do emocional, dos desejos até o fazer — transformadora. Tenha de mim docilidade — não resistência, não inimizade — em aplicá-la, em atendê-la. E não, em que, dou mais acolhida ao medo; ao conformismo, ao conservadorismo que me aferra a meras regalias e ostentação, isto é: falta de entendimento realista, fundamentado, contextualizado; que enxerga a importância e poder daquilo que realmente, em sua essência o tem — não uma figuração, um valor inculcado — e o é fenomenologicamente vital e vitalizador para o todo, do qual sou parte interdependente, que afeto e sou afetado, construtiva ou destrutivamente, principalmente por minhas ações.
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Knowledge, knowing, will always be useless, nullified without my consent for change; may this guidance find its transformative embodiment in me—from emotions and desires to action. May it yield from me docility—not resistance, not enmity—in applying it, in heeding it. And not in giving more credence to fear; to conformism, to the conservatism that binds me to mere privileges and ostentation, that is: a lack of realistic, grounded, contextualized understanding; that sees the importance and power of that which truly, in its essence, possesses it—not a figuration, an inculcated value—and is phenomenologically vital and vitalizing for the whole, of which I am an interdependent part, which I affect and am affected by, constructively or destructively, primarily through my actions.



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