...contaminam meu juízo, valores e escolhas que deste desleixo resulta...

 Inexiste coisa mais prejudicial para meu ser como para a externalidade — dando-lhe descabidas respostas — que o descuido com o emocional e os inadequados sentimentos que contaminam meu juízo, valores e escolhas que deste desleixo resulta. O ignorar, o menosprezar a necessidade de elaboração das emoções sob a luz da realidade: a iniciar pelo corpo como sendo parte de uma interdependência responsiva no encadeamento biosférico, comportamento que pode ocorrer pela sofreguidão de fazeduras para atender desejos próprios ou impostos — que sob contaminação, serão mais destrutivas que efetivamente construtivas, ou também por eu estar a confundir, por reduzir o meu ser como sendo o próprio emocional. Descomplexificando a própria existência, nesta consideração tosca na afirmação totalmente reativa, passiva do: eu sou assim. Não, não é, é muito mais que isso.

imagem link: doe um  café (^^)!

 

WNothing is more harmful to my being, as well as to externality—giving it inappropriate responses—than neglecting my emotions and the inadequate feelings that contaminate my judgment, values, and choices resulting from this negligence. Ignoring, belittling the need to process emotions in the light of reality: starting with the body as part of a responsive interdependence in the biospheric chain, a behavior that can occur due to the eagerness to fulfill one's own or imposed desires—which, under contamination, will be more destructive than constructive—or also because I am confusing, reducing my being to the emotional itself. Simplifying my own existence, in this crude consideration, in the totally reactive, passive affirmation: I am like this. No, it is not, it is much more than that.

 

 

 

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